14/06/2008

JOGO VETERANOS

JOGO INAUGURAL DO COMPLEXO DE ALFÂNDEGA DA FÉ
VETERANOS 2008
ARA-X-F.C.PORTO
Sede da Ara
Veteranos
Centro de Formação Desportiva
Alfândega da Fé
Veteranos
João Nunes X Gomes
Centro de Formação Desportiva
Alfândega da Fé
Veteranos
Rui Barracho X Pacheco
Centro de Formação Desportiva
Alfândega da Fé
Veteranos
Centro de Formação Desportiva
Alfândega da Fé
Veteranos
ARA x FC PORTO
Centro de Formação Desportiva
Alfândega da Fé
Veteranos
ARA
Sede da Ara
Veteranos
Centro de Formação Desportiva
Alfândega da Fé
F.C. PORTO

TORNEIO CEREJA 2009: INFANTIS

















ALFÂNDEGA DA FÉ
2009-2010
Centro Desportivo de Alfândega da Fé 
Em Cima: Daniel Coelho- Carlos Morais- David Correia-João Pedro Gomes- Nuno Nogueira-Gr. Miguel Vieira: Ernesto Afonso: Rui Soeiro: Treinador: Nuno Miguel Carlos Camelo- Dirigente:António José Serrano Ferreira
Em Baixo: António Luís Rodrigues- Rui Esteves- Luís Filipe Neves- Júlio Almendra- Diogo Costa- Bernardo Damasceno- Rui Oliveira- Humberto Alendouro.



1º:GUIMARÃES
2º:BOAVISTA
3º:ARA
4º:MONCORVO
CENTRO DE FORMAÇÃO DESPORTIVA 

EQUIPA DA ARA: SENIORES: 1987/88


Nesta foto:
Em cima:Teinador:Luis Jeremias - Presidente da Câmara: Sr. António Pacheco - Presidente da Ara: Dr. António José Afonso -Diretor: Armando Lopes - António Ferreira- Amândio José Bravo Sinfrosio- Gr: Carlos Castro "açoriano"- Jorge Escobar- Gr: António Coelho- Orlando Ribeiro- Carlitos Damasceno- Masssagista e roupeiro: António Alendouro 
Em baixo: Armando Lopes- António Rainha- Paulo Pereira- Júlio Rachado- Paulo Couraceiro- António "Carvalhinho"- Mário Figueiredo- António Pacheco- Ramiro José- Prof. João Nunes-  José Morais "Zé Russo"- Luís Rosário "Violas".

ASPECTOS DE ALFÂNDEGA DA FÉ

Alfândega da Fé é uma vila portuguesa, Região Norte e subregião do Alto Trás-os-Montes, com cerca de 2 000 habitantes. É sede de um município com 321,96 km² de área e 5 524 habitantes (2006), subdividido em 20 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Macedo de Cavaleiros, a leste por Mogadouro, a sul por Torre de Moncorvo e a oeste por Vila Flor.
Densidade pop.(hab./km2)
20.4
Superfície (km2)
321.9
Feriado municipal
29 de JunhoAspectos Geográficos
O concelho de Alfândega da Fé, do distrito de Bragança, está limitado pelos concelhos de Macedo de Cavaleiros a norte, com o qual reparte a centralidade no distrito, Mogadouro a este, a sul por Torre de Moncorvo, a oeste tem Vila Flor e a noroeste Mirandela.
Tem uma área de 321,9 km2 distribuída por 20 freguesias: Agrobom, Alfândega da Fé, Cerejais, Eucísia, Ferradosa, Gebelim, Gouveia, Parada, Pombal, Saldonha, Sambade, Sendim da Ribeira, Sendim da Serra, Soeima, Vale Pereiro, Vales, Valverde, Vilar Chão, Vilarelhos e Vilares de Vilariça.
Em 2005, o concelho apresentava uma população de 5746 habitantes.
O natural ou habitante de Alfândega da Fé denomina-se alfandeguense.
O concelho é bastante acidentado, situado na vertente sudeste da serra de Bornes e é atravessado pelos vales do Rio de Zacarias na área central, do rio Bornes no limite com Mogadouro e da ribeira de Vilariça na fronteira Vila Flor.

História e Monumentos
Alfândega (da Fé) é um nome de origem árabe dado à localidade entre os secs VIII e IX. Este povoado primitivo só foi transformado em concelho medieval no sec. XIII por foral de D. Dinis e reconfirmado no sec. XVI por D. Manuel.
Do património arquitectónico do concelho destacam-se os seguintes monumentos: os Castelos de Felgueiras em Agrobom, de Gouveia, de Sendim da Ribeira, de Alfândega da Fé e de Picões (séc. XVIII), em Eucísia; as Igrejas Matriz de Agrobom, Matriz de Sambade (séc. XVIII) e Matriz de Sendim da Ribeira (séc. XVII); as Capelas de Santa Eufémia, de Nossa Senhora de Jerusalém (séc. XIX) em Sendim da Serra, de Santo Antão em Vilarelhos, de São Bernardino em Ferradosa e de São Sebastião (séc. XVIII) em Alfândega da Fé; os Solares do Morgado de Vilarelhos (séc. XVII) e de Santa Justa em Eucísia; os Santuários de Nossa Senhora dos Anúncios em Vilarelhos e do Imaculado Coração de Maria nos Cerejais; o Cruzeiro de Gouveia (séc. XIX); a Torre do Relógio em Alfândega da Fé; os diferentes castros e as pontes medievais.

Tradições, Lendas e Curiosidades
A origem da palavra Alfândega vem do árabe Alfandagua que significa estalagem segura. A palavra Fé surge, segundo a lenda, da libertação das donzelas. Havia naquelas paragens um rei muçulmano que obrigava as pessoas das vilas vizinhas a pagarem, como feudo, umas tantas donzelas. A população do concelho, cansada de tal arrogância, pegou em armas e, conjuntamente com o povo das terras vizinhas, lutou contra o mouro, acabando por matá-lo e aos seus soldados. Assim terminou o tributo e viveram em tranquilidade.
Romarias importantes: Festa do Mártir S. Sebastião, no segundo domingo de Agosto, em Gebelim; a Festa de S. Bernardino de Sena, a 9 de Setembro, em Sambade; a Festa de Nossa Senhora das Neves, no terceiro domingo de Agosto, em Parada; a Festa de Santo Antão da Barca, no primeiro domingo de Setembro, em Vilarelhos; a Festa de Nossa Senhora dos Anúncios a 11 e 12 de Agosto; e, em Sendim da Serra, a Festa a Nossa Senhora de Jerusalém. Anualmente realiza-se a Festa da Amendoeira em Flor (Fevereiro/Março) e a Festa da Cereja (primeira quinzena de Junho). Tem feiras mensais nos dias 17 e último dia do mês na freguesia da sede do concelho e no primeiro domingo em Sambade.
Tem o feriado municipal a 29 de Junho.
No artesanato típico confeccionam-se cestas de verga e canastras, trabalhos em couro, trabalhos na forja, colchas de linho e de lã.

Economia
Economicamente é um concelho agrícola, já que o vale em que se encontra situado é muito fértil. É um concelho que se dedica, essencialmente, à produção de amêndoa, cereja, castanha, sobreiro, produtos hortícolas e à criação de gado ovino e caprino. A indústria tem pouca expressão na economia do concelho, prevalecendo as pequenas empresas ligadas à construção civil, ao ramo alimentar e ao ramo da madeira e cortiça. Um ramo económico em desenvolvimento é o do turismo, pois o concelho possui condições para prática da caça, pesca e desportos fluviais.



Gravuras rupestres de Alfândega da Fé

Próximo da margem esquerda da Ribeira da Vilariça, integrando a freguesia de Eucisia, foram identificadas duas placas xistosas de grandes proporções, contendo na sua superfície lisa uma divesificada sequência de motivos rupestres gravados.
A pedra de maiores dimensões atinge os cinco metros de altura e tem três metros de largura. Encontra-se profusamente decorada com motivos martelados ou picados, lendo-se nela uma esquemática figuração humana, bem assim como motivos em "ferradura" completados por pequeno círculo central.
As gravuras feitas pelo método de incisão aparecem de forma linear e geometrizante, identificando-se escadas e quadrículas, triângulos e setas, embora o seu significado real permaneça uma incógnita.
A outra placa, de menores proporções, é preenchida por sinalética agrupada em duas partes. Quatro escadas e um triângulo constituem uma delas, enquanto a outra apresenta sete sinais sugerindo uma escrita arcaica.
Estas gravuras são de cronologia incerta. No entanto, por análise da técnica pode-se afirmar que as gravuras marteladas são mais antigas do que as que foram obtidas pelo método de incisão. As primeiras poderão ser atribuídas ao período Neolítico (entre 10 000 e 3500 a. C.), enquanto as gravuras por incisão serão atribuíveis à Idade do Ferro (aproximadamente entre o século VII e III a. C.).

HISTÓRIA DE ALFÂNDEGA DA FÉ

A Alfândega (da Fé) é um nome de origem árabe que a localidade deve ter adquirido entre os séculos VIII-IX.
É muito possível que já anteriormente ela existisse e a sua verdadeira origem tenha sido um povoamento castrejo, o que não será de admirar, até porque na área do concelho existem vestígios de povoamento romano e até anteriores.
A designação “da Fé” que se juntou ao nome original surge em data incerta, (mas já aparece no Foral de D. Dinis) seguramente por via popular e ligada à interessante lenda dos “Cavaleiros das Esporas Douradas”, que reflecte a bravura dos cristãos na luta contra o infiel, apoiados, na batalha decisiva de Chacim, por Nossa Senhora de Balsemão.
De qualquer forma, existe hoje a convicção de que durante o período da ocupação árabe foi sede administrativa com alguma importância de uma região designada “Valiato de Alfandica”, mas a sua história, em termos da nossa Nacionalidade, só é verdadeiramente reforçada em 1294, (8 de Maio) ano em que D. Dinis lhe concede carta de foral que, entre outros aspectos, define os primeiros limites geográficos do concelho. Um ano depois (17 de Setembro) o mesmo monarca concede-lhe carta de feira, do mesmo tipo da Covilhã, mas com a particularidade de obrigar que a referida feira se realizasse depois da de Mogadouro e antes da de Mirandela; a carta de feira foi novamente passada por D. João I, a 13 de Janeiro de 1401.
Foi ainda D. Dinis que em 1320 mandou reconstruir o seu castelo. A forma como Rui de Pina, na Crónica de Dinis, descreve esta reconstrução tem levantado algumas dúvidas de interpretação, uma vez que permite levantar a hipótese de a localidade árabe não se ter situado no local onde se encontra a actual Alfândega da Fé: “Ano de 1320. Povoou de novo e fez os castelos de Vinhais, Vila Flor, Alfândega, que mudou para o lugar onde agora está que se chamava antigamente cabeço de S. Miguel”.
Em 1385 D. João I obrigou os moradores de Alfândega da Fé a trabalhar na reconstrução dos muros de Torre de Moncorvo, talvez como “castigo” pelo facto de a vila ter tomado partido por Castela. Este seria também o primeiro monarca a passar por Alfândega da Fé, na viagem que no ano de 1396 o levou a Torre de Moncorvo e Bragança.
Outro dado relevante, ainda no século XV, é a criação, em 1498, da Misericórdia de Alfândega da Fé.
Dos séculos XVI a XVIII existem ainda menos dados históricos sobre a localidade e o seu concelho, sabendo-se que em 1510 D. Manuel I lhe concedeu novo foral, que altera os limites geográficos do concelho medieval, aumentando-o em área. No século XVI a vila estava despovoada, não possuindo sequer uma centena de fogos, (entende-se assim a simplicidade na construção da Ermida de S. Sebastião, hoje capela com o mesmo nome) situação que pouco se alterou pelo menos até à primeira metade do século XVIII, uma vez que a sua população, na época, não ia ainda além dos 150 vizinhos.
Luís Álvares de Távora intitulava-se então senhor de Alfândega. É desse tempo a construção da ponte de Zacarias e seguramente o princípio do fim da povoação com o mesmo nome, a acreditar num documento do século XIX que refere a forma como a família dos Távora conseguiu os terrenos daquela zona. Dos Távora restam poucos elementos da sua presença no concelho: a casa que possuíam na vila foi sendo transformada com o passar dos anos e o que resta não revela grande traça arquitectónica, merecendo apenas registo aquilo que se supõe ser o campanário da capela, actualmente na Capela de S. Sebastião e o portal da entrada, também deslocado para uma casa particular; existe ainda um brasão picado (de Bispo) que pode ter pertencido à mesma família.
Pelo que se deduz da leitura de algumas passagens do Tombo dos Bens do Concelho (1766), o castelo da vila terá sido destruído entre os séculos XVII e XVIII, sendo a pedra (xisto), utilizada para construir habitações; restou aquilo que hoje se chama Torre do Relógio e que constitui o ex-líbris da localidade.
A vila e o seu concelho ganharam novo folgo a partir da segunda metade do século XVIII, em boa parte pelo incremento da criação do bicho da seda, que no século seguinte, em 1870, atingiu o seu auge, com uma produção de 17,2 toneladas!
A par da agricultura, que ainda hoje se mantém como a mais importante actividade económica do concelho, foram-se desenvolvendo algumas indústrias artesanais, (quase todas extintas na actualidade), como a moagem de cereais, os pisões do linho, o fabrico da cal e da telha, os lagares de azeite e a cestaria (estas duas últimas actividades ainda existem, a primeira em termos modernos e industriais e a segunda como actividade artesanal).
Este moderado desenvolvimento (inclusive demograficamente, uma vez que entre 1862 e 1920 a população da vila andou sempre pelos mil habitantes e a do concelho até decaiu dos nove para os oito mil) manteve-se durante o século passado e a primeira metade do nosso, quer no respeitante aos aspectos económicos, sobretudo na agricultura, com a proliferação das “Quintas” e o aproveitamento da vinha durante o período em que a Região Demarcada do Douro abrangia uma parte significativa do concelho, quer ainda na construção de algumas infra-estruturas, sendo disso exemplos a construção da estrada distrital que ligava a Macedo de Cavaleiros, a construção da cadeia municipal (1871) e a ampliação dos Paços do Concelho, que são os actuais, a reconstrução das pontes de Zacarias e do Arquinho (1864), a construção da ponte de Alváz (1884), da primeira escola primária (1866), do cemitério (1882), o calcetamento de várias ruas da vila (1884/85) e a reconstrução da Torre do Relógio (1884),
A primeira rede de água domiciliária, na vila, veio mais tarde, nos anos trinta do nosso século, e seria ainda por essa altura que se construiria a Central Eléctrica e as “fossas sépticas”, que serviam igualmente apenas a sede do concelho.
As vias municipais asfaltadas surgiram bem mais tarde, assim como a recuperação da antiga estrada distrital (já transformada em nacional) e a nova ligação a Macedo de Cavaleiros, pela serra de Bornes (anos 60).
Politicamente, o século XIX teve momentos bastante importantes, alguns dos quais bem agitados. As primeiras Posturas Municipais são de 1838/39, em pleno período “Setembrista” e as de 1821 constituem um exaustivo trabalho jurídico digno de registo.
Logo em 1822 foi criada a Sociedade Patriótica, de inspiração liberal, mas as crises políticas do primeiro liberalismo, até à Regeneração, foram localmente lideradas pelo Morgado de Vilarelhos, Bacharel Francisco António Pereira de Lemos, que para além de ter sido Presidente da Câmara em vários mandatos foi deputado às Cortes. Era “Setembrista” convicto e dele ficaram algumas memórias que definem um carácter forte e influente, ao mesmo tempo que conseguia granjear apoios junto da população mais pobre do concelho. Um neto seu, Joaquim Cândido de Mendonça, seria mais tarde o fundador da primeira Comissão Municipal Republicana, em 1908; jovem ainda, a iniciar igualmente o conhecimento das leis lá por Coimbra, acabaria por não ver nascer a República, tendo falecido uns dias antes, ao tentar salvar um empregado que caiu a uma cuba de vinho.
Mas o século XIX escreveu também a página mais negra da história do concelho de Alfândega da Fé.
Depois de mais duas alterações dos limites do concelho, em 1852 e 1855 (esta última corresponde à situação actual), acabaria por ser extinto por decreto de 24 de Outubro de 1895, por razões meramente políticas e administrativas, como veio a provar-se.
A revolta da população foi generalizada e em alguns casos violenta. Vale a pena referir dois nomes que se destacaram na defesa da restauração do concelho: o Dr. Ricardo d’Almeida, natural de Vila Flor, mas a exercer medicina em Alfândega da Fé, que assinou um manifesto que foi um verdadeiro apelo à luta (reflectindo já algumas ideias republicanas que circulavam no concelho) e o Pe. Manuel Pessanha, que em 1897 publicou um livro intitulado “Alfândega da Fé” no qual, demonstrando a importância da história do município, denuncia as razões puramente políticas da sua extinção, reclamando do novo governo então formado, a sua restauração. Assim veio a acontecer, no dia 18 de Janeiro de 1898.
Mas a afronta não foi esquecida e essa é certamente a explicação para o rápido desenvolvimento e até organização dos ideais republicanos no concelho. E se o jovem Joaquim Mendonça não pôde assistir à proclamação da República na sua terra, o que aconteceu a 9 de Outubro de 1910, lá figura, no respectivo Auto, a assinatura do Dr. Ricardo d’Almeida, entre as de muitos outros que estiveram na primeira linha da luta pela restauração do concelho em 1895/98!
O concelho mantém hoje os mesmos limites, que vão da serra de Bornes até ao rio Sabor e do planalto de Castro Vicente até ao vale da Vilariça, num total de 310 quilómetros quadrados distribuídos por uma impressionante e surpreendente diversidade de paisagens e de micro-climas que permitem culturas agrícolas tão diferentes como a oliveira, a amendoeira, as cerejeiras, os cereais, a vinha e vários tipos de floresta, actividades que são servidas pelas barragens da Esteveinha, Salgueiro, Burga e Camba.
Do seu património histórico-cultural destacam-se a Pedra de Revides, o Solar de Vilarelhos, o Castro da Marruça e outros, a igreja de Sambade, a Capela de S. Bernardino, em Gebelim, a Torre do Relógio e algumas casas brasonadas, para além do Santuário Mariano de Cerejais, obra mais recente mas muito visitada.
No campo da ourivesaria religiosa existem várias peças de valor, já estudadas, merecendo especial referência a Cruz de Prata de Valverde, do século XVI.
O concelho dispõe hoje de boas condições de vida ao nível dos acessos, do abastecimento de água e da rede de saneamentos básicos, com praticamente toda a população servida com estes serviços, para além de importantes infra-estruturas melhoradas, ou de construção recente, como o Hospital-Centro de Saúde, o Lar e Infantário da Misericórdia, os Bombeiros Voluntários, a Zona Industrial, a Biblioteca Municipal e o Complexo Desportivo da ARA, o Mercado Municipal, a Estalagem da Serra de Bornes e o Parque de Usos Múltiplos.
A par da feira quinzenal, cuja existência resulta da antiga feira medieval, realiza-se a feira anual da Cereja, (durante a primeira quinzena de Junho) inserida no programa da festa com o mesmo nome e que actualmente constitui o mais importante cartaz turístico do concelho. Nem seria de esperar outra coisa na terra que tem um dos maiores cerejais da europa e produz cereja da melhor qualidade. Mas em matéria de turismo não pode deixar de se referir a festa das Amendoeiras em Flor e a caça, bem como as inúmeras festas de Verão que se realizam em todo o concelho nos meses de Agosto e Setembro, com destaque para a festa do Mártir S. Sebastião, na vila.
Uma passagem por terras de Alfândega da Fé terá todos estes ingredientes históricos, patrimoniais, paisagísticos e humanos; junte-se-lhe a gastronomia, a doçaria e um puro queijo de ovelha com marmelada. É uma receita verdadeiramente irresistível!

In ANAFRE

SISTEMAS DE JOGO DE FUTEBOL 7



IntroduçãoNo mundo do futebol é bastante debatida a questão da utilização de sistemas táticos de jogo nos escalões de formação, sendo um dos aspectos mais importantes qual o sistema táctico para cada um dos escalões.É fundamental que os alunos percebam que o futebol é um jogo de conjunto, em que todos os companheiros têm de saber o que fazer em cada momento do jogo, defendendo ou atacando, sendo possuidor da bola ou não.O futebol 7 deve ser entendido como um banco de provas e duma formação mais completa, quase integral, que permita dotar cada jogador de uma ampla gama de conhecimentos técnico-tácticos e físico-psíquicos, que dificilmente vão conseguir no futebol 11.Deve-se aproveitar os jogos para conseguir que os jogadores aprendam a desenvolver-se em posições diferentes de forma a complementar a suas carências de forma a compreender melhor as características de uma determinada posição. Porque não colocar um jogador ofensivo como defesa para melhorar a sua capacidade de sacrifício, de marcação e recuperação da bola? Porque não adiantar um defesa a zonas de ataque de forma a obrigá-lo a decidir em pouco espaço e tempo, dando a possibilidade de finalizar os ataques?
Quando estes jogadores passarem ao futebol 11 vão ter certamente uma versatilidade em termos futebolísticos superior a outros jogadores que apenas se especializaram numa determinada posição. É muito importante ter jogadores que saibam atacar e defender com qualidade, pois o futebol é ataque e defesa, e quantos mais jogadores tenhamos em campo que saibam trabalhar as duas situações maior é a possibilidade de ganhar jogos.
Existe, de facto, a necessidade de utilizar sistemas tácticos de jogo, mas sempre orientados para alterar duma forma rápida e eficaz um determinado estilo de jogo.
Sistema 1-3-3


Funcionamento
A distribuição mais normal deste sistema corresponde a 1 guarda-redes, 3 defesas e 3 avançados. Existem dois defesas laterais, podendo ter características ofensivas e defensivas, dependendo do nível físico-técnico-táctico dos alunos. Existe 1 defesa central, que actua livre de marcação para facilitar as coberturas dos seus laterais. Os avançados são dois extremos encostados às linhas, com boa velocidade, boa capacidade de centrar na área e boa capacidade de finalização dos ataques. O avançado centro de grande mobilidade na área e muita capacidade de remate.
Vantagens
  • Fácil e claro para explicar e desenvolver as funções de cada jogador
  • Favorece a amplitude e profundidade do jogo ofensivo da equipa
  • Potencia a realização de acções 1 para 1 nos avançados devido à grande distância que existe entre os colegas da equipa.
  • Atitude mais agressiva para recuperar a bola no início do ataque da equipa rival, pois os nossos três avançados estão situados muito próximo dos defensores contrários.
Desvantagens

  • Excessiva separação entre linhas e entre colegas, em ataque, favorecendo a possibilidade do contra-ataque dos adversários.
  • Pouco escalonamento ofensivo, que provoca um jogo fácil de defender pelo adversário quando não se ganham as situações de 1 para 1.


Sistema 1-3-1-2

Funcionamento
    Este sistema teve a sua origem no 1-3-3. O objectivo principal é repartir melhor o espaço, atrasando a posição de um dos avançados até ao meio campo, equilibrando a linha defensiva com a ofensiva.
    Assim, temos 3 defesas, 1 médio centro e 2 avançados. Existem dois defesas laterais, podendo ter características ofensivas e defensivas, dependendo do nível físico-técnico-táctico dos alunos. O defesa central actua com grande sentido das coberturas, e dando início ao jogo de ataque.
    Temos então, uma linha nova, ocupada pelo médio centro, com capacidade para gerar o jogo ofensivo, bem posicionado, destacando-se por ser um bom distribuidor em curto ou largo, bom remate, facilidade de chegar à área e espírito de sacrifício para defender.
    Os dois avançados terão de possuir grande mobilidade, facilidade de desmarcação, velocidade e alto nível de remate. Devem também colaborar no jogo defensivo de forma a dificultar o início do ataque adversário através da pressão sobre a bola.
Vantagens
  • Distribuição mais racional do espaço de jogo, permitindo um melhor escalonamento dos jogadores.
  • Redução das distâncias entre linhas de jogo e entre colegas de equipa.

Desvantagens
  • Jogo excessivo pelo centro do terreno pois não dispõe de laterais com sentido ofensivo.
  • O médio centro tem demasiado terreno a ocupar.
  • Exige um trabalho táctico maior para coordenar as acções colectivas, na componente ofensiva e defensiva.


Sistema 1-3-2-1

Funcionamento
    Este sistema teve origem no 1-3-1-2, tendo como objectivo reforçar o meio campo, melhorando a distribuição do espaço e dos elementos nesse espaço de jogo.
    Assim, teremos 1 guarda-redes, 3 defesas, 2 médios centros e 1 avançado.
    Existem dois defesas laterais, podendo ter características ofensivas e defensivas, dependendo do nível físico-técnico-táctico dos alunos. O defesa central actua com grande sentido das coberturas, e dando início ao jogo de ataque.
    Dados que existem dois médios, um deles terá funções mais defensivas e o outro com funções mais ofensivas, jogando um ao lado do outro.
    O avançado deverá ter muita mobilidade, grande facilidade para desmarcações de apoio e de ruptura, bom nível para jogar de cabeça, boa velocidade e grande capacidade de remate.
    Este sistema oferece uma maior solidez defensiva ao permitir que os elementos estejam mais juntos no terreno de jogo. É mais semelhante com o futebol 11, com dois laterais que se incorporam no ataque, dois médios centros com funções muito parecidas ao futebol 11, e um avançado que joga mais isolado.
Vantagens
  • Maior semelhança com o funcionamento táctico do futebol 11.
  • Melhor distribuição de espaços e elementos da equipa.
  • Melhora a eficácia defensiva.
  • Melhora a posse de bola pois não existem excessivas distâncias entre colegas.
  • Maior possibilidade de aproveitar espaços livres nos contra-ataques.
Desvantagens
  • Em situação de ataque, podem existir poucas ajudas ao avançado se este sistema de jogo não estiver bem automatizado.
  • Exige um maior trabalho táctico para coordenar as acções colectivas.
  • Está mais vocacionado para utilizar em alunos de 10-11 anos pois exige uma maior capacidade de assimilação de conceitos tácticos.
Sistema 1-4-2

Funcionamento
    Este sistema teve a sua origem no 1-3-2-1, ao atrasar um médio centro para a linha defensiva
    Utiliza-se para aproveitar a afinidade com o futebol 11, especialmente em equipas de índole defensivo, ou perante equipas contrárias muito superiores.
    Temos, então, 1 guarda-redes, 4 defesas e 2 médios.
    Os dois defesas laterais, com âmbito defensivo e ofensivo, permitem dar várias soluções de jogo, sendo que os defesas centrais actuam de igual forma ao futebol 11, isto é, com grande atenção às coberturas e dando início ao jogo de ataque, com boa colocação da bola, fortes no jogo aéreo e eficazes nos desarmes.
    Um dos médios deverá ter funções mais defensivas e o outro funções mais ofensivas.
Vantagens
  • Maior semelhança com o funcionamento táctico do futebol 11
  • Maior solidez defensiva.
  • Muitas possibilidades de sair em contra-ataque.
  • Obriga a equipa contrária a rematar de longe muitas vezes, pois as zonas próximas da área estão bem ocupadas e defendidas.
Desvantagens
  • Necessita de um grande espírito de sacrifício tanto para defender como para atacar.
  • Tem de estar muito bem treinado o escalonamento ofensivo e defensivo para permitir uma boa fluidez de jogo e a incorporação dos jogadores nas zonas de remate.
  • Existe o risco de perder a bola rapidamente e passar a maior parte do tempo a defender.

Sistema 1-2-3-1
ESCOLHIDO PELA ARA


Funcionamento
    Este sistema teve a sua origem no 1-3-2-1, ao adiantar um dos defesas para a linha de meio campo. Tem também grandes afinidades com o futebol 11, especialmente em equipas de características mais ofensivas, ou perante equipas contrárias muito inferiores.
    Este sistema é uma boa aproximação para o 1-4-2-3-1 do futebol 11. Existe então, 1 guarda-redes, 2 defesas, 3 médios e 1 avançado.
    Os defesas são dois centrais, com muitas capacidades para as coberturas, muito rápidos, com qualidades técnicas para iniciar o jogo de ataque, fortes no jogo aéreo e eficazes nos desarmes.
    Os dois médios alas devem ser rápidos, com capacidades técnica e com facilidades de chegar à área contrária. O médio centro deverá ter todas as qualidades de um bom organizador de jogo e bom posicionamento táctico.
    o avançado deverá ser muito veloz, com capacidade de desmarcação, com qualidades para segurar a bola e possibilidade de fazer também trabalho defensivo
Vantagens
  • Grande semelhança ofensiva ao funcionamento do futebol 11, permitindo manter a posse de bola e fazer a progressão até à baliza contrária.
  • Maior agressividade defensiva pois permite pressionar com 4 jogadores o início do ataque da equipa contrária.
  • Maiores possibilidades de conseguir golo ao recuperar um grande número de bolas no campo contrário.
Desvantagens
  • Demasiado espaço livre entre os defesas e o guarda-redes.
  • Exige um nível elevado de concentração pois necessita de uma grande intensidade de jogo.
  • Um erro na pressão pode proporcionar facilmente um contra-ataque da equipa contrária com muitas possibilidades de golo, devido ao adiantamento das linhas de jogo ao tentar recuperar a bola.
SISTEMAS

PRESIDENTES DA ARA

PRESIDENTES DA ARA

 Mário Manuel Damasceno, foi presidente em 1977. Provisório



 1º Presidente: Nélson de Jesus Martins, foi presidente em 1978/1979.


 Fernando Jorge Vieira de Castro, foi presidente em 1980/1981.

 António de Jesus Pacheco, foi presidente em 1982/1983.


António Francisco Branco Rodrigues, foi presidente em 1984/1985.

 António José Afonso, foi presidente em 1986/1987.
 Manuel Cunha Silva, foi presidente em 1988/1989/1990


 António Figueiredo, foi presidente em 1990/1991/1992.


 João António Cordeiro Martins, foi presidente em 1993/1994/1995/1996/1997/1998/1999.
Biénio: 1993/1995 Biénio: 1995/1998? Biénio: 1998/1999


 Francisco José Lopes, foi presidente em 2000/2001/2002/2003/2004.


 António José de Carvalho, foi presidente em 2005/2006


 Isidro dos Santos Vaz: 2007/2008

 Rui Jorge Barracho Figueiredo: 2008-2009-2010-2011 Biénio: 2008/2009 Biénio: 2010/2011

 Carlos Manuel Gomes Alendouro Biénio:2012- 2014 Biénio:2014-2016 Biénio: 2016/2018


Ricardo Filipe Ferreira Castilho

Ricardo Filipe Ferreira Castilho: Biénio: 2018-2020


Maria Manuel Rocha Cunha Silva: Biénio: 2020-2022


Helena Sofia Pantaleão Lisboa TRIÉNIO: 2022-2025

TERMO DE TOMADA DE POSSE DOS CORPOS GERENTES

TERMO DE TOMADA DE POSSE DOS CORPOS GERENTES


ASSOCIAÇÃO RECREATIVA ALFANDEGUENSE
TERMO DE TOMADA DE POSSE DOS CORPOS GERENTES PARA O BIÉNIO DE 20_ _-20_ _
Aos __ dias do mês de ______ de 20_ _, pelas vinte e três horas, na sede da Associação Recreativa Alfandeguense, o Presidente da Assembleia-Geral, (Nome)________, deu posse aos membros da lista A , vencedora nas eleições realizadas na Assembleia-Geral Eleitoral de (dia)__ de (mês)____ de 20_ _, conforme afixação dos resultados eleitorais e que assim passarão a assumir a legitimidade estabelecida nos Estatutos.
CARGO/ÓRGÃO/ASSINATURA

Assembleia-Geral
Presidente
Vice-Presidente
1º Secretário
2º Secretário
Vogal
Conselho Fiscal
Presidente
Vice-Presidente
Relator

Direcção
Presidente
Vice-Presidente
1º Secretário
2º Secretário
Tesoureiro
Vogais
1
2
3
4
5
6
7
8
*

E nada mais havendo a tratar, deu por encerrado este Termo de Tomada de Posse, que vai ser assinado pelo Presidente da Assembleia-Geral dos Corpos Gerentes cessantes.
Alfândega da Fé, ___ de _______________ de 20__

O Presidente da Assembleia-Geral
____________________________________

RESULTADO DAS ELEIÇÕES:20_ _-20_ _

RESULTADO DAS ELEIÇÕES


ASSOCIAÇÃO RECREATIVA ALFANDEGUENSE

Resultado das Eleições dos Corpos Gerentes para o Biénio de 20_ _-20_ _  realizadas em (dia)_ de (mês) _____ de 20_ _ (das 20 horas às 22 horas)

Nº de Eleitores- 35

Nº de votantes
35
-
Votos em branco
0
-
Votos nulos
0
-

Votos na Lista A
35

Face aos resultados, considera-se eleita a Lista A


Alfândega da Fé, _ _ de (mês)_________ de 20_ _

O Presidente da Mesa da Assembleia Eleitoral

__________________________________________

EDITAL DA MESA ELEITORAL

EDITAL

Em conformidade com o artigo 66º compete-me organizar as mesas de voto e nomear um delegado para fiscalizar o acto eleitoral.

COMPOSIÇÃO DA MESA ELEITORAL:

Presidente da mesa da Assembleia Eleitoral:

Escrutinador:

Escrutinador:

----------------------------------------------------------------------------------

Delegado da Lista A: Um membro da lista candidata.

----------------------------------------------------------------------------------

Artigo 66º ponto 4: Nomeio como delegado; __________________ para fiscalizar o acto eleitoral.


Alfândega da Fé, (dia)_ _ de (mês)________________ de 20_ _

O Presidente da Mesa da Assembleia Geral
_______________________________________

MESA ELEITORAL

MESA ELEITORAL

A Mesa de voto é organizada pelo presidente da Assembleia Geral ouvido os delegados das listas concorrentes ao acto eleitoral, os quais se reúnem para esse fim na sede.

Após esta tramitação o presidente da Assembleia Geral deve lavrar, até cinco dias antes do dia da eleição, o edital de nomeação dos 2 membros escrutinadores das mesas.

Para que as operações eleitorais decorram atempadamente e dentro da maior normalidade é aconselhável que os membros que formam as mesas de voto se reúnam no local fixado para o seu funcionamento uma hora antes do início da votação.

Esta antecipação dá tempo aos membros da mesa de organizarem os vários elementos de trabalho, tais como, as cópias ou fotocópias do caderno de recenseamento, correspondente aos eleitores que vão votar na assembleia de voto, o livro destinado à presença dos votantes, os boletins de voto que lhe couberem, para inspeccionarem a câmara de voto e a urna , quer ao número de eleitores inscritos e ainda às listas ou candidaturas sujeitas a sufrágio e àquelas que tenham desistido.

Não havendo nenhuma irregularidade, votam imediatamente o presidente, os 2 escrutinadores e os delegados das listas.

Em seguida o presidente da mesa procederá à sua abertura.

Se faltar algum elemento da mesa, o presidente procede então à nomeação dos elementos em falta de entre quaisquer eleitores, mediante acordo da maioria dos restantes membros e dos delegados das candidaturas.

É muito importante o papel que cabe à mesa das assembleias de voto na condução do acto de votação, na medida em que lhe compete garantir a fidedignidade do exercício do direito de voto pelos eleitores, ao proceder à descarga dos votantes, ao não permitir a presença de não eleitores ou de situações que perturbem o normal decurso do acto eleitoral, ao providenciar para os eleitores deficientes votarem nas melhores condições e ao receber obrigatoriamente as reclamações, protestos e contraprotestos que qualquer eleitor inscrito nessa assembleia ou qualquer delegado deseje suscitar face a eventuais irregularidades.

Refira-se, a propósito, que a mesa terá necessariamente de tomar posição fundamentada, por maioria absoluta dos seus membros, sobre as questões que lhe são submetidas, as quais devem ser sempre reduzidas a escrito para possibilitar a apresentação de ulterior recurso contencioso.

Outra grande responsabilidade cometida à mesa é a que concerne ao início das operações de escrutínio, cabendo-lhe proceder ao primeiro apuramento dos resultados da votação.

Também no desenrolar deste apuramento onde é feita a contagem dos votantes, dos boletins de voto e do sentido dos votos, há lugar à apresentação de reclamações que, a não serem atendidas pela mesa, terão obrigatoriamente de ir anexadas à acta das operações eleitorais, com vista a um eventual recurso contencioso.

O funcionamento da mesa deve ser ininterrupto até que fiquem concluídas todas as operações de votação e apuramento. Está no entanto obrigatoriamente prevista a suspensão dos trabalhos, sob pena de nulidade da eleição, se for necessário, a pedido da mesa, requisitar a presença de força armada, para pôr termo a algum tumulto, obstar a qualquer agressão ou violência ou em caso de desobediência às ordens do presidente da mesa, quer dentro do edifício da assembleia de voto, quer na sua proximidade.



COMPOSIÇÃO

A mesa é composta por um presidente, e por dois escrutinadores, sendo um secretário e um escrutinador, . Estes elementos denominam-se membros da mesa.



PRESIDENTE DA MESA

1 escrutinador (SECRETÁRIO)

1 ESCRUTINADOR

(obrigatório estar sempre três elementos na mesa)



1 DELEGADO de cada lista e SUBSTITUTO

Os delegados das listas têm os seguintes poderes:

a) Ocupar os lugares mais próximos da mesa, de modo a poder fiscalizar todas as operações de votação;
b) Consultar a todo o momento as cópias dos cadernos de recenseamento eleitoral utilizadas pela mesa da assembleia de voto;
c) Ser ouvidos e esclarecidos acerca de todas as questões suscitadas durante o funcionalmente da assembleia de voto, quer na fase de votação, quer na fase de apuramento;
d) Apresentar, oralmente ou por escrito, reclamações, protestos ou contraprotestos relativos às operações de voto;
e) Assinar a acta e rubricar, selar e lacrar todos os documentos respeitantes às operações de voto;

f) Os delegados das listas não podem ser designados para substituir membros da mesa faltosos.

Normas a observar

Registo em livro próprio dos votantes

Proibido o uso de telemóveis na mesa eleitoral

Consulta dos cadernos eleitorais no delegado

REGULAMENTO ELEITORAL PROVISÓRIO

Provisório, sujeito a alterações.

REGULAMENTO E PROCESSO ELEITORAL

Assembleia Geral Eleitoral da ARA para a Eleição dos Corpos Gerentes para o mandato bienal de 20_ _/20_ _, ocorrerá a (dia) de (mês) de 20_ _ pelo que, nos termos do artigo 48º, 63ºe 66º dos Estatutos, cumpre-me desencadear e regulamentar o respectivo processo eleitoral.
Assim, determina-se:

Art. 1º - O processo eleitoral inicia-se a partir do dia _ _ de (mês)_____ de  20_ _ de acordo com as disposições previstas neste regulamento.

Art. 2º - Os Corpos Gerentes objecto de sufrágio são, através de listas únicas, os seguintes: Assembleia Geral, Direcção, Conselho Fiscal.

Art. 3º - A partir do início do processo eleitoral quaisquer interessados podem apresentar listas para os Corpos Gerentes da ARA, em conformidade com o disposto no Artigo 53º dos Estatutos.

Art. 4º - As listas devem ser apresentadas na sede da ARA no prazo mínimo de oito dias, que antecede a data da Assembleia Geral Eleitoral através dum requerimento, devendo todos os seus membros preencher as condições de elegibilidade do Artigo 23º e têm que ser subscritas, pelo menos, por dez dos sócios efectivos da ARA (art. 53º), sob pena de não serem admitidas a sufrágio.

Artº 5 - As listas apresentadas serão admitidas ou rejeitadas por despacho justificado do Presidente da Mesa da Assembleia Geral.

Art. 6º - A cada lista serão atribuídas as letras A, B C, e sucessivamente pela ordem de entrada na Sede da ARA.

Art. 7º - Até cinco dias da Assembleia Geral Eleitoral, a ARA comunicará a todos os sócios efectivos a composição e a identificação de cada lista admitida.

Art. 8º - A partir da afixação das listas na sede, qualquer das listas admitidas a sufrágio pode divulgar o seu programa e intenções fazendo-os circular por todos os sócios da ARA.

Art. 9º - A eleição far-se-á sem prévio debate.

Art. 10º - A votação será feita por escrutínio secreto, votando os sócios presentes.

Art. 11º - Serão distribuídos a todos os sócios boletins de votos impressos em modelo próprio sem quaisquer marcas, devendo estes sócios entregar ao escrutinador, dobrados em quatro, os respectivos boletins, para serem colocados na urna.


Art. 12º - Finda a votação, um membro da Assembleia Geral, que desempenhará as funções de escrutinador, procederá à contagem dos votos.

Art. 13º - O número de boletins de voto encontrados na urna deverá ser igual ao número de votos expressos pelos sócios.

Art. 14º - Os boletins de voto que contenham algum sinal gráfico, manuscrito ou não, que não conste do original entregue, serão considerados nulos.

Art. 15º - Apurados os votos, consideram-se eleitos, os candidatos da lista que obtenha mais votos, sendo o seu resultado proclamado pelo Presidente da Mesa da Assembleia Geral, através da afixação dos resultados na sede.

Art. 16º - Qualquer dos sócios efectivos pode reclamar de irregularidades verificadas no processo eleitoral junto da Mesa da Assembleia Geral que decidirá de imediato.


Art. 17º - Das decisões da Mesa da Assembleia Geral não cabe recurso, sem prejuízo do uso aos meios comuns.

Art.18º - Não havendo reclamações ou decididas estas, o Presidente da Mesa da Assembleia Geral declara e homologa oficialmente o resultado das eleições, designando o dia e hora para a tomada de posse dos novos corpos gerentes eleitos.(prazo de oito dias no máximo)


Art. 19º - Até à tomada de posse, os órgãos gerentes cessantes asseguram a gestão ordinária da ARA.

Art.20º- O acto eleitoral será fiscalizado por um delegado nomeado pelo presidente da Assembleia Geral.


Associação Recreativa Alfandeguense, aos ___ dias de____ de 20__


O Presidente da Mesa da Assembleia Geral

_______________________________________

ELEIÇÕES

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO RECREATIVA ALFANDEGUENSE

...

Artigo 19º- São deveres de sócio

...

3-Pagar as suas quotas assiduamente

Artigo 22º- Para efeito de usufruir as regalias estatutárias, o sócio deve exibir sempre que exigido, pelo menos, o recibo da quota do mês anterior ao decorrente.

Artigo 23º- São direitos dos sócios efectivos maiores de 18 anos:

...

4-Assistir, tomar parte em Assembleias Gerais, e votar depois de um mês de associado;

5-Ser votado para os Corpos Gerentes depois de seis meses de associado;

...

11-parágrafo 3º-Os sócios empregados da ARA não beneficiam das regalias do nº 5.

Artigo 46º- Os Corpos Gerentes da ARA, são: Assembleia Geral, Direcção e Conselho Fiscal.

Artigo 48º- Os Corpos Gerentes são eleitos por dois anos, sendo permitida a reeleição.

Parágrafo único-Não podem exercer qualquer cargo, o sócio que como membro dos Corpos Gerentes, tenha desrespeitado os estatutos, não tenha prestado contas ou se tenha demitido ou abandonado a gerência, sem justificação provada pela Assembleia Geral.

Artigo 52º-As obrigações dos Corpos Gerentes, não cessam com a perda de mandato, mas só no acto de posse dos seus sucessores legais.

Artigo 53º- As listas para eleição de novos Corpos Gerentes podem ser apresentadas pela Direcção ou por um mínimo de dez associados efectivos maiores de 18 anos, gozando dos seus plenos direitos.

Alínea a)-O grupo ou grupos de dez associados, terá que apresentar à Direcção, no prazo mínimo de oito dias, que antecede a data da Assembleia Geral, o requerimento acompanhado da lista que propoem para os Corpos Gerentes.

Alínea b)- A Direcção obriga-se a confeccionar todas as listas requeridas para o efeito, sendo todas elas da mesma dimensão.

Parágrafo único- A eleição dos Corpos Gerentes é feita em escrutíneo secreto, pela maioria de votos dos sócios efectivos maiores de 18 anos presentes à Assembleia Geral.

Artigo 54º-Aberta a sessão eleitoral, o Presidente da Assembleia Geral, anuncia que vai proceder ao sufrágio, convidando a tomar lugar na mesa, dois sócios para escrutinadores.

Artigo 55º- Cada sócio deve entregar a sua lista ao Presidente da Mesa que a introduz na urna, depois de identificada a sua identidade de sócio e a sua qualidade de eleitor.

Parágrafo único-Têm direito à prioridade de voto os membros dos Corpos Gerentes e dos Órgãos Consultivos.

Artigo 56º -Encerrada a votação, deve proceder-se à contagem de listas, à conferência com as descargas e ao escrutíneo.

Artigo 57º-Terminado o apuramento, são proclamados os eleitos e afixados, no recinto eleitoral e na Sede da ARA, o resultado da eleição.

Artigo 63º- As Assembleias Gerais são convocadas pelo seu Presidente, por meio de avisos colocados nos locais públicos do costume, com antecedência mínima de oito dias, devendo neles consignar-se o dia, a hora, local da reunião e respectiva ordem de trabalhos.

Artigo 65º- A Assembleia Geral é soberana nas suas decisões, que não contrariem as disposições Estatutárias e a legislação em vigor.

Artigo 66º-Ao presidente compete:

1-Convocar a Assembleia Geral;

...

4-Convidar um ou mais escrutinadores, organizar as mesas de voto e nomear um delegado para fiscalizar o acto eleitoral;

...

7-Assinar as actas;

8-Proclamar os sócios eleitos;

...

10-Investir os sócios eleitos na posse dos seus cargos e assinar os respectivos autos, no prazo máximo de oito dias, após a verificação das condições legais.

Artigo 87º- Os casos omissos são resolvidos pela Direcção baseada nos princípios gerais contidos nestes estatutos e nas Leis do País.

ESTATUTÁRIO EXERCÍCIO DE DIREITO DE VOTO

ASSEMBLEIA-GERAL ELEITORAL
INFORMAÇÃO DA DIRECÇÃO
Considerando que é um dos Associados dever pagar ", como suas quotas assiduamente" (Artigo 19 º dos Estatutos);
Considerando que "para efeitos de usufruir de Regalias estatutárias O Sócio DEVE exibir sempre que exigido, pelo menos, o recibo da quota do mês anterior ao Decorrente (Artigo 22 º)
Considerando que "a eleição dos Corpos Gerentes é feita em escrutinio secreto, pela Maioria de votos dos sócios efectivos maiores de 18 anos presentes à Assembleia-Geral (Artigo 53 º)
Considerando que de acordo com um Legislação em vigor todos os actos eleitorais Devem obedecer Democráticos A Existência de um caderno eleitoral;
Considerando que os Estatutos da A.R.A. DEFINEM não regras sobre cadernos eleitorais, mas para remetem para uma Direcção e como "Leis do País" (Artigo 87 º - "Ao casos omissos são resolvidos pela Direcção Baseada nos Princípios Gerais Contidos nestes estatutos nas Leis e do País")

A DIRECÇÃO DA A.R.A. DETERMINA O SEGUINTE:

1 º - As eleições para os Corpos Gerentes a Realizar no dia _ _ de (mês)_______________ de 20_ _ Serão EFECTUADAS DE ACORDO COM UM Caderno Eleitoral;
2 - n º Caderno Eleitoral Serão expressamente identificados os sócios com as quotas mensais pagas até ao mês de ________ de 20_ _;
3 º Os sócios que pretendam regularizar as suas quotas Deverão fazê-lo até às 17,00 do dia_ _ de (mês)__ de 2_ _;
4 º - As quotas são pagas nas instalações da ARA das 14,30 às 17,00 de Segunda a Sexta-feira, junto ao funcionário administrativo da Associação, ou dos membros presentes da Direcção;
5 º - Dia _ _ de (mês) de 20_ _, às 14,00 horas, uma direcção afixará nas instalações da ARA (Entrada da Placar) a lista dos sócios com direito a voto, de acordo com um Regularização de quotas até às 17,00 horas do dia _ _ de (mês) de 20_ _.
6 º Como Eventuais reclamações para Correcções à lista referida sem número anterior Deverão ser apresentadas por cada sócio interessado nos horários indicados No ponto 4 º até ao dia _ _ de (mês)____ de 20_ _;
7 º - A Direcção entregará ao Presidente da Mesa da Assembleia-Geral o Caderno Eleitoral no dia _ _ de (mês)______, às 14,00 horas, no qual Estarão incluídos todos os sócios da ARA, conforme o livro de registo, com indicação dos que tem direito de voto , DE ACORDO COM OS EFECTUADAS pagamentos das quotas até à data e hora do ponto 4 º, com as Eventuais alterações introduzidas nos termos do ponto 6 º
8 º - A partir da entrega do Caderno Eleitoral ao Presidente da Mesa da Assembleia-Geral só poderão Exercer o direito de voto os sócios nele inscritos.

O Presidente da Direcção
____________________________

ELEIÇÃO DOS CORPOS GERENTES

ELEIÇÃO DOS CORPOS GERENTES
«Biénio de 20_ _-20_ _
Assembleia de Voto

EDITAL

NÚMERO DE BOLETINS DE VOTO ENTRADOS

(Nome)_____________________________, Presidente desta Assembleia de voto, faz público, nos termos do nº 7 do artigo 102º da Lei nº 14/79, que o número de boletins de voto entrados na urna desta Assembleia de Voto é de trinta e cinco.
E para constar se lavrou este edital que, depois de lido em voz alta, vai ser afixado à porta principal desta Assembleia de Voto.

Alfândega da Fé, (dia) de (mês)___________________ de 20_ _

O Presidente da Mesa Eleitoral

.........................................................

Nota: Este edital deve ser afixado à porta principal da Assembleia de Voto

12/06/2008

EDITAL DAS ELEIÇÕES

ASSOCIAÇÃO RECREATIVA ALFANDEGUENSE

ELEIÇÃO DOS CORPOS GERENTES

Biénio de 20__-20__

Assembleia de Voto

EDITAL

VOTOS ATRIBUÍDOS A CADA LISTA, VOTOS EM BRANCO E VOTOS NULOS

....................................................................................., Presidente desta Assembleia de voto, faz público, nos termos do nº 7 do artigo 102º da Lei nº 14/79,que é o seguinte o número de votos atribuídos a cada lista:

LISTA A.....................

LISTA B.....................

Mais faz público que:

O número de votos em branco é de............

O número de votos nulos é de................

Alfândega da Fé..... de ................................. de 20__


O Presidente da Mesa

..........................................



Nota: Este edital deve ser afixado à porta principal da Assembleia de Voto

TREINADOR:João Miguel Lagoinha Reboredo


 

Nome:
João Miguel Lagoinha Reboredo

Data de Nascimento:
27 de fevereiro de 1976
Treinador de hóquei de sala

TREINADOR: RUI MIGUEL LOPES COSTA

RUI MIGUEL LOPES COSTA


 


SÍMBOLO DA ARA

BREVE EXPLICAÇÃO DO SÍMBOLO DA ARA
O símbolo da ARA explicativas tem três componentes:
a) O redondo que o caracteriza simboliza uma bola, como estrias da bola como bola Várias Modalidades com;
b) Em primeiro plano, apresenta uma bola de Armas do Concelho de Alfândega da Fé;
c) As letras são uma associação ARA Possível, mas assumidamente coincidente de Associação Recreativa Alfandeguense com Associação Recreativa do Amboim, esta última Associação reporta-se a uma Instituição Angolana (da Gabela), de onde "retornaram dos" alguns fundadores da Associação Recreativa Alfandeguense.

CORPOS GERENTES: 1991-1993

Presidente
António Alfredo Figueiredo


26 JULHO 1991

Assembleia Geral

Presidente-  Manuel Cunha Silva
Vice Presidente: Carolino Luís Araújo
1º Secretário: Francisco José Lopes
2º Secretário:  Fernando Joaquim Vilares
Vogal: António Manuel Couraceiro Leria

Direção

Presidente: António Alfredo Figueiredo
Vice Presidente: João António Cordeiro Martins
1º Secretário: Duarte Jorge Cardoso Araújo
2º Secretário: João Artur Simões
Tesoureiro: Duarte José Ruivo
Vogais:
António Joaquim Reboredo
Antonio Maria Alendouro
Armando José Lopes
Armando Joaquim Pereira
Carlos Alberto Simões
Fernando Manuel Franco Simões
Francisco Manuel Parada Araújo
João Artur Simões
Joaquim António Araújo
Joaquim Fernando Couraceiro
José Ilídio  Leal Barros
José Joaquim Vilares Alendouro
Luis Artur do Rego Diogo
Luis Joaquim Borges Azevedo
Luís Sequeira
Manuel Alberto Pires
Manuel Amadeu Vilares
Manuel Cardoso Relhas
Manuel Inácio Veiga Costa
Marcelino Borges Ferreira
Rogério Joaquim Silva Neves
Sílvio da Graça José

Conselho Fiscal

Presidente-António de Jesus Pacheco
Secretário: António Alberto Legoínha
Relator: António Júlio Relhas

CORPOS GERENTES: -2º Mandato 1989-1991

Presidente
Manuel Cunha Silva

29 de Abril 1989

Assembleia Geral
Presidente- António José Afonso
Vice Presidente: Armando José Lopes Pinto
1º Secretário: Luciano Santos Veríssimo
2º Secretário: António Alberto Legoínha
Vogal: Nelson Artur Castilho

Direção

Presidente: Manuel Cunha Silva
Vice-presidente: António Alfredo Figueiredo
Tesoureiro: João António Cordeiro Martins
1º Secretário: António Júlio Relhas
2º Secretário: António José Duque Dias
Vogais
Armando José Lopes
Luís Joaquim Borges Azevedo
Zeferino António Ferreira
Francisco José Lopes
Duarte Jorge Cardoso Araújo
António José Carlos de Carvalho
António Manuel Couraceiro Leria
Fernando Manuel Franco Simões

Conselho Fiscal

Presidente: António de Jesus Pacheco
Secretário: Rogério Manuel Ferreira
Relator: Mário Manuel Damasceno

Pavilhão construído em 1988: Ferreira Bebiano Ltd

Época futebolística 1988/1989- Treinador Barros

Futebol 11: Manuel Cunha Silva

CORPOS GERENTES- BIÉNIO: 1986-1988

18 de julho de 1986
 Assembleia Geral
Presidente- Carolino Luís Araújo
Vice Presidente- Manuel Cunha Silva
1º Secretário- José Manuel Leitão
2º Secretário-Luis Joaquim Borba Azevedo
1º vogal- Manuel Inácio Veiga Costa

 Direcção 
Presidente: António José Afonso
Vice Presidente- António Jesus Pacheco
1º Secretário-Rogério Ferreira
2º Secretário- Luciano Santos Veríssimo
Tesoureiro: Carlos Alberto Garcês Silva
Vogais:
 Mário Manuel Damasceno
 Manuel João Araújo
Fernando Carlos Silva
Duarte Jorge Cardoso Araújo
Alberto António Barros Tavares
Armando José Lopes
Armando Franco
Joaquim José Neves

 Conselho Fiscal
Presidente- Manuel António Martins
Secretário- Fernando Manuel Borges
Relator- António Júlio Franco

 Secção de Futebol: Ílidio Leal
Preparador Físico do Futebol:Luís Jeremias

 Futebol: Época de 1986/1987 - Jogo Inaugural: Fevereiro 1987 na A:F:B- 2ª Divisão-
-Campo de Futebol terra pelado- Treinador Jeremias
 Futebol: Época de 1986/87 na A:F:B-
Época:1987/1988-1º Divisão- Treinador Jeremias



CORPOS GERENTES: 1984-1986

Presidente
António Francisco Branco Rodrigues

ELEIÇÕES: 22 de Agosto de 1984

Lista A

Assembleia Geral

Presidente: Manuel Alexandrino Batista
Vice-presidente: Fernando António Pinto
1ºSecretário: Mário Alberto Aires
1º Vogal: António de Jesus Pacheco

Direcção

Presidente: António Francisco Branco Rodrigues
Vice-presidente: Armando Augusto Almeida
1ºSecretário: Carlos Alberto Garcia da Silva
2ºSecretário: António José Carlos de Carvalho
Tesoureiro: Luciano Veríssimo
Vogais
Alberto António Barros Tavares
Carlos António Barracho Veiga
Carlos Manuel Simões Soeiro
Fernando Carlos Silva
Joaquim d´a Assunção Barros
Joaquim Oliveira Ricardo
José Augusto Pereira Pacheco
Júlio Alberto Franco

Conselho Fiscal
Presidente: António Afonso
Secretário: Mario Manuel Damasceno
Relator: Manuel António Martins

04/06/2008

CORPOS GERENTES: 1982-1984

Presidente
António de Jesus Pacheco


ELEIÇÕES: 27 de Março de 1982
Duas Listas: A e B

Lista B

Assembleia Geral

Presidente: António Francisco Branco Rodrigues
Vice-presidente: Francisco António Abreu
1ºSecretário: José Manuel Leitão
1º Vogal: Manuel António Martina
2º Vogal: Luis Manuel Barracho Bernardo

Direcção

Presidente: António de Jesus Pacheco
Vice-presidente: Augusto António Martins
1ºSecretário: Manuel João Gomes Morais
2ºSecretário: António dos Santos Rodrigues
Tesoureiro: Alfredo Figueiredo Rodrigues
Vogais
David Joaquim Neno
Armando José Lopes
José Marta Teixeira
Carlos António Barracho Veiga
António Joaquim Reboredo
Alberto Ramos de Oliveira
Mario da Conceição Matos Jacinto
Zeferino António Ferreira

Conselho Fiscal

Presidente: Manuel Alexandrino Baptista Gonçalves
Secretário: Mario Manuel Damasceno
Relator: Armando Augusto Almeida